Descarte de resíduos infectantes

Os resíduos infectantes fazem parte de um grupo especial de resíduos que necessitam de um cuidado de descarte redobrado. Por suas composições químicas potencialmente perigosas, esses dejetos demandam estratégias específicas de descarte, transporte e destinação.

O que são?

Os resíduos infectantes são compostos gerados pela área da saúde que pertencem à classe 2A (resíduos perigosos) da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS). De acordo com a legislação, estão incluídos nessa classe “aqueles que, em razão de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade, apresentam significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental”.

Classificações

Tradicionalmente tóxicos, os resíduos infectantes são classificados em 5 grupos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). São eles:

Grupo A – Resíduos biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção. Participam desse grupo, por exemplo, lâminas usadas em hospitais, bolsas de sangue para descarte, ou até mesmo frascos de vacina vencidos.

Grupo B – Resíduos que trazem risco químico ao meio ambiente ou à saúde da população. Estão inseridos nessa classe, por exemplo, materiais advindos da atividade industrial ou usados em laboratórios.

Grupo C – Qualquer material advindo da atividade humana que possui um grau elevado de radiação. Participam desse grupo, por exemplo, dejetos de radioterapia e de serviços de medicina nuclear.

Grupo D – Compostos que não trazem risco ao meio ambiente ambiental e à saúde pública. Fazem parte desse grupo, por exemplo, restos de comida e resíduos das áreas administrativas.

Grupo E – Resíduos perfurocortantes. Estão incluídos nesse grupo, por exemplo, agulhas e lâminas de bisturi.

Como descartar

Como dito anteriormente, os resíduos infectantes são dejetos delicados que necessitam de transportes e destinações específicas. Sendo assim, existe um processo adequado que é constituído por diversas técnicas, o que inclui:

  • Separação dos resíduos: antes de armazenar os resíduos em um recipiente é importante que seja feita a separação de acordo com as classificações oficiais.
  • Recipiente devidamente estruturado: após a separação, é de suma importância que os dejetos sejam armazenados em recipientes devidamente estruturados que não oferecem nenhuma possibilidade de vazamento.
  • Embalagens sinalizadas: outro fator importante para o descarte é a sinalização correta dos recipientes de armazenamento. De acordo com a legislação brasileira, os resíduos infectantes possuem uma sinalização especial que permite sua identificação para o descarte.
  • Armazenagem correta: os resíduos infectantes precisam ser guardados para retirada em um local adequado, que de preferência não tenha a livre circulação de pessoas.
  • Transporte e destinação corretos: por fim, os geradores de resíduos ficam encarregados de arranjar, não só um transporte, como também uma destinação adequada para estes compostos.

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